Copa 2014. Ricardo Teixeira X Lula

Copa do mundo de futebol 2014

Logo copa Brasil 2014

Bom, creio que quase todos  já viram nos telejornais, escutado em radios, e algo sobre na internet.

Não aconteceu nem a final da copa do mundo e o Presidente da CBF Ricardo Teixeira já lançou logo da copa de 2014 em um comunicado oficial pela FIFA.

Se fosse só isso tudo bem até então se este jumento não falasse besteira ao dar uma fala diante de varios jornalistas dizendo que se faz muito preocupado com a copa de 2014 com aeroportos metro etc. Más mal sabia Ricardo Teixeira que o Presidente da Republica Luiza Inacio Lula da Silva assitiu as suas palavras, então logomais Lula subio ao palco e deu sua resposta.  Querendo ou não, gostando ou não, sendo qual partido for sem sombra de duvida Lula deu uma resposta a altura, até muito alta para o dizeres de R. Teixeira  baixar suas asas.

Encontrei uma reportagem no Terra Magazine onde  foi escrita por Vitor Hugo Soares
De Salvador (BA)  e encontra-se no seguinte endereço http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4556240-EI13528,00-Lula+balanca+reinado+do+cartolamor+Ricardo+Teixeira+na+CBF.html

 Com todo crédito redireciono os seus dizeres abaixo.

Com os “canarinhos” mandados de volta para casa nas quartas de final e sem mais nenhuma seleção do MERCOSUL para torcer na decisão de domingo – o bravo Uruguai é o único que tenta um terceiro lugar neste sábado em jogo com a bombardeada Alemanha no Mundial 2010 -, o presidente do Brasil tenta provar que não é de perder viagem.

Nesta sua passagem de despedida do poder pelo continente africano, sem algo mais relevante na agenda de chefe de Estado, Lula – tensão e cansaço confesso e estampado na face -, se desdobra. Parece decidido a não perder o jogo da visibilidade no disputado espaço político em tempo de Copa do Mundo, na África, e de crimes hediondos como o de que é acusado o goleiro Bruno, do Flamengo, no Brasil.

Ainda no Quênia, no meio da semana, o presidente sacou o rifle de mira telescópica e fez disparos na direção de um dos alvos mais bem protegidos até aqui no debate público sobre as razões do fracasso verde e amarelo em campos da África do Sul: o cartola-mor Ricardo Teixeira, todo poderoso e aparentemente intocável presidente da Federação Brasileira de Futebol.

Ao pedir eleições para a CBF, mesmo que de oito em oito anos, o ocupante do Palácio do Planalto mexeu em vespeiro dos brabos. Podem apostar. Misturar política e futebol não é novidade para Lula, ao contrário, mas em tempo de parelha e indefinida campanha nacional para a sua sucessão, e no meio do tiroteio implacável e inexorável da caça de culpados depois do novo adiamento do hexa, isso tende a virar nitroglicerina pura. Evidentemente, com os inevitáveis riscos de fogo, peles e pêlos chamuscados. No futebol e na política.

“Vamos recordar”, como dizia o saudoso radialista baiano: Ricardo Teixeira comanda a CBF há 21 anos. Com mão dura, cara fechada e praticamente sem contestação interna de peso – como é próprio dos regimes ditatoriais e de força. Em situações como esta, é fácil imaginar os constrangimentos e mágoas que ficam com palavras e atitudes como as do presidente em Nairobi esta semana.

No terreno minado pelas trocas de acusações nos debates sobre o fiasco no Mundial 2010, Lula puxou a brasa para o seu polvo. Lembrou até das regras do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo. “Acho que, se a CBF adotasse o que adotei quando era presidente do sindicato… A cada oito anos a gente trocava a direção. Mas não posso falar da CBF porque é uma entidade particular. Não posso votar e dar palpite”.

Não pode, mas o palpite já está dado. E o voto é desnecessário, pois eleição na CBF é como falar em corda na casa de enforcado. Soa como carga de dinamite na implosão de uma mina de diamantes. Ainda mais quando, dois dias depois, já em Pretória, capital administrativa da África do Sul, Lula reforça suas desconfianças e temores aparentes: “Temos que evitar todas as formas o fiasco de 1950. Pelo amor de Deus”.

Felpuda raposa do futebol e da política, Ricardo Teixeira tenta absorver o golpe, enquanto ganha tempo para tirar o jogo do campo internacional, conduzindo-o para o terreno interno, mais seguro e propício à aplicação de sua tática e estratégia, que sinalizam para a aposta no tempo, senhor de todos os esquecimentos e cumplicidades no Brasil: “Eu respeito o que o Lula acha sobre as eleições, apesar de discordar”, desconversa Teixeira.

Mas o presidente da CBF não se descuida na defesa. Empurra a bola de volta para o campo do Planalto, ao apontar o que para ele são os três grandes problemas do Mundial 2014 no Brasil: “aeroporto em primeiro, aeroporto em segundo e aeroporto em terceiro”. Jogo duro já vê. Tanto que o presidente Lula dá sinais de que nem ficará mais para a final da Copa em Joanesburgo. Retorna antes do planejado, para descansar e ganhar fôlego antes de próximos combates, no futebol e na política.

A conferir.

Logo mais tarde Ricardo teixei em uma entrevista coletiva consedida segundo globo.com ele diz que Respeita os pensares de Lula, mais discorda de sua opnião.

Não é por nada mais gostei da opnião do Lula, o Ricardo Teixeira tem que abrir espaço. Democracia.

Sobre Laênio Alex
I am Sorry, please.

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